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Perinstituto De Física [If]Eria

Autor(a):

Dzienciarsky, Damián Alejandro

Orientador(a):

Langer, Eliana Rosa

Ano de publicação:

2012

Unidade USP:

Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas [FFLCH]

Assuntos:

língua hebraica; morfossintaxe; sintaxe; sociolinguística

Palavras-chave do autor:

discriminação dos judeus da comunidade oriental;extraposição;fontes do judaísmo;judeus do Magreb;sintaxe do hebraico;sociolinguística

Resumo:

Esta pesquisa versa sobre a análise morfossintática do fenômeno de extraposição no hebraico. No primeiro capitulo mostro quais são as premissas, as hipóteses e os corpora trabalhados nesta pesquisa. No segundo capítulo, localiza-se a extraposição dentro do sistema morfossintático da língua hebraica revisando o uso da extraposição em diferentes registros do hebraico moderno. Analisei o fenômeno em si, para entender seu uso, formas, regras, nomenclatura e entorno onde a extraposição geralmente aparece. No terceiro capítulo, analiso o livro Shum Gamadim ló Yavohu. Por meio desta análise pude pesquisar a linguagem pobre dos personagens, um idioma comum aos bairros da periferia. Os objetivos da analise do livro são, por um lado, confirmar que o fenômeno de extraposição é espontâneo e cotidiano no hebraico, tanto na linguagem oral como na escrita, e por outro lado, analisar por que este fenômeno é considerado como parte do registro baixo na língua hebraica moderna. No quarto e quinto capítulos, localizei o fenômeno de extraposição no texto bíblico e talmúdico. A Bíblia e o Talmud são as fontes indiscutíveis do judaísmo e constituem o padrão do hebraico para definir o que pertence ou não pertence à língua hebraica do ponto de vista linguístico. Desta maneira consegui demonstrar que o fenômeno de extraposição é parte da língua hebraica desde a época bíblica. No sexto e último capítulo, através da analise da extraposição no árabe e no francês, pude demonstrar que a extraposição é um fenômeno frequente nestas línguas, penetrando no hebraico moderno pelos falantes dessas línguas. Entendendo que estes falantes do árabe e francês foram discriminados pelos nativos do hebraico. O fenômeno de extraposição foi discriminado pelo uso excessivo dos falantes da comunidade judia oriental.

ABNT:

DZIENCIARSKY, Damián Alejandro; LANGER, Eliana Rosa. A extraposição no Hebraico: um fenômeno linguístico do idioma ou discriminação dos judeus da comunidade oriental. 2012.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8158/tde-08012013-144053/ >.